Tag Literária: Vem responder!

Estava pensando no que escrever na Blogagem Coletiva #52semanas de gratidão, quando fui dar uma olhada no Blog da +Elaine Gaspareto , e vi um post chamado Tag literária... Esse aqui ó: Tag literária pra quem ama livros... E amei a proposta!

Ler é sempre bom! Seja em que estado de espírito você estiver, ler vai ser sempre uma boa pedida!
E por isto é motivo de se sentir grato! Livros são sempre bons amigos...

Como funciona a Tag literária do blog?

A proposta é a seguinte: vou responder às 9 perguntas, e depois vou convidar todos os blogs que participam desta Blogagem Coletiva a responderem! Fiquem à vontade! Mas quanto mais gente fizer posts contando dos seus causos literários, mais divertido vai ser!  No Facebook, vou marcar algumas pessoas também.
Bom vamos lá!

1)Nunca li:

Nenhum livro da trilogia Cinquenta Tons de Cinza.
Não li, nem quero ler e tenho arghhhh só de pensar na bobagem que deve ser!
Sei lá, pra mim parece pior do que aqueles romances de Banca de jornal, tipo Julia, Sabrina, etc... 
Hahahahahaa!


2) Não sinto vontade de ler:

Os milhares de romances da Julia Quinn... Fazem o maior sucesso, já li que ela é a nova Jane Austen, e pra mim, quem falou isso está ofendendo a Jane Austen, isso sim! Li uma vez uma amostra grátis digital de um livro da Julia Quinn e quase morri de indigestão, de tão ruim que achei! Aff!!!!


3) Ninguém que eu conheça leu, mas eu gosto!

Um capricho dos Deuses - Sidney Sheldon

Não sou fã do Sidney Sheldon, mas esse livro eu amei! li aos 13 ou 14 anos e a lembrança até hoje é de que a história é ótima!!! Tanto que eu lembro até hoje... Recomendo! Ah, eu li essa edição da foto mesmo! Hahahahah!!!

Olha o resumo aí:

"Mary Ashley, cientista política especializada em Leste europeu, é designada embaixadora dos Estados Unidos na Romênia. Após sua nomeação, o marido morre misteriosamente e seus filhos vivem em constante ameaça. Distante e solitária em uma terra estranha, Mary sente-se atraída por Mike Slade, seu subchefe na missão, e Louis Deforges, médico da embaixada francesa. Dividida e sob a ameaça de um misterioso assassino de aluguel, Mary pé forçada a enfrentar muitos perigos, sem saber que um dos homens pelo quais se interessou está envolvido em uma terrível trama para assassiná-la. Um capricho dos deuses é mais um romance fascinante de Sidney Sheldon."



4) O último livro que eu li:

Foi "O Amor segundo Buenos Aires", do Fernando Scheller.
É maravilhoso, e falei dele aqui: O Amor Segundo Buenos Aires


5) Tenho preguiça de ler:

Os Maias, do Eça de Queiroz. Tenho vontade, mas ele sempre vai ficando pra trás da lista... Tenho exatamente esta edição...

 6) Livro da minha vida:

Não sei se é O livro da minha vida, mas gostei muitíssimo!
É o livro A Bicicleta Azul - Régine Deforges
Também recomendo!!!

7) Leria de novo:

Qualquer um do Machado de Assis. Já li muitos, e amei todos!!! Amo o jeito que ele escreve, as sutilezas, as coisas deixadas no ar...


8) Tenho vergonha, mas li e gostei:

O Jardim dos Esquecidos - V.C. Andrews , a história é um horror, beira o mau gosto, mas eu li e gostei... hahaha!


9) Muita gente leu e gostou, mas eu detestei:

Qualquer livro do Augusto Cury. Teve um (O Código da Inteligência) que me foi recomendadíssimo, eu comprei, li, achei MEDONHO!!! Joguei o livro fora numa lixeira do metrô Flamengo, tamanha a raiva que senti. Me senti enrolada, o livro é um auto-ajuda de quinta categoria. A maior enrolação. Aí fiquei com horror a todos os livros dele. Mas ele tem uma legião de fãs, eu sei... Só não entendo como!!! Hahahaha!!!!


Gostaram do post? Respondam a Tag literária nos comentários, quero saber dos gostos literários de vocês!!! Beijos!!!!









O Amor Segundo Buenos Aires

Lembram que eu falei neste post que eu tinha recuperado o hábito da leitura? Pois é, tenho lido alguns livros, no ritmo que consigo, porque sou mãe e trabalho fora... risos... Então às vezes levo semanas com um livro que antigamente levaria 3 ou 4 dias, mas, paciência... E o livro que acabei hoje e que AMEI e recomendo muito é " O Amor Segundo Buenos Aires", romance de estréia de Fernando Scheller, repórter do jornal O Estado de São Paulo.
O livro é  envolvente, bem escrito e muito interessante. Conta histórias de relacionamentos de várias pessoas, que estão conectadas de alguma forma. E se passa em Buenos Aires, é claro!
Não vou fazer resumos e nem dar spoilers, só digo uma coisa: Vale a leitura! Nos faz pensar, refletir... Tudo de uma forma muito leve, sem angústias... Uma delícia de livro! Ganhei de uma amiga, e foi um ótimo presente!
E esse é o motivo de gratidão dessa semana: ter conseguido acabar de ler o livro, e ter adorado a leitura da primeira à ultima página!



Dá uma espiada no livro aqui!

Olha a reportagem do Estado de São Paulo, sobre o livro, aqui.

Esse post faz parte do projeto #52semanasdegratidão

O Prazer da Leitura

Na postagem de hoje, da Blogagem Coletiva #52semanasdegratidão, queria escrever sobre algo diferente. E lembrei de um prazer que recuperei há pouquíssimo tempo, mas que voltou com força. O prazer da leitura.

Desde pequena gostava de ler livros, revistinhas, até bula de remédio... Li muito na infância, adolescência e início da juventude. Lia com prazer os clássicos que os professores recomendavam no colégio, era sócia da Biblioteca Municipal de Joinville, minha cidade natal, pegava livros na biblioteca do Colégio, adorava a Livraria Midas, a maior da minha cidade, enfim... eram muitas leituras!
Chegava do colégio, almoçava,  escovava os dentes e me jogava de bruços na cama com meu livro do momento, para ler uma meia hora antes de  ir para o curso de inglês, ou para algum outro compromisso...
E nesses anos li muitas coisas bacanas, de diversos gêneros... Até que, mais ou menos no meio da faculdade de Direito, começaram as cobranças para ler livros jurídicos... Comecei a trabalhar... Então eu trabalhava durante o dia, fazia a faculdade à noite e o tempo que me sobrava para ler gastava com estudos para a faculdade e para futuros concursos. Quem já estudou para concurso sabe, todo o tempo livre que você tiver para ler, vai ser de leitura jurídica. E assim os romances, suspenses e contos foram deixados de lado, durante anos!
Só quem estuda para concurso sabe a culpa que se sente ao ler qualquer coisa que não seja estudo. Você se sente eternamente culpado por estar "perdendo seu tempo lendo bobagens." E assim os anos se seguiram.
Quando finalmente me dei conta de que estava cansada de estudar e conformada com o concurso que eu já tinha passado, parei de estudar e fazer cursos. Estudava só para trabalhar, mas não no ritmo frenético que é o estudo para concursos.
E os meus livros queridos? Continuaram esquecidos... Tinha perdido o hábito da leitura! Que coisa horrível! E passei anos assim, me divertindo com filmes, séries, internet e outras coisas, mas os livros ficaram um bom tempo esquecidos!
Até que, em 2016, uma amiga do trabalho que lê muito foi me recomendando uns livros, sugeriu alguns, deu outro de presente, e eu recomecei a ler com prazer de novo, e vi o quanto esse hábito me fez falta!
Quando você está envolvido num livro, numa boa história, não existe preocupações, ansiedade, depressão, você está com a cabeça mergulhada naquele mundo e, por momentos, consegue se afastar das preocupações e aborrecimentos diários. Ler é uma verdadeira terapia!
Então, essa semana escrevo para dizer que estou grata por ter recuperado o prazer de ler. E, daqui por diante, todo livro bacana que eu ler,  vou resenhar por aqui!




Um Querido Diário muito prático!

Boa noite, pessoal!!!
Como já contei para vocês neste post aqui, gosto muito de escrever e, por esta razão, flerto com os diários... Além de gostar de ler e escrever, acho interessante ter um registro escrito de momentos importantes da vida. Porque a memória falha, prega peças, distorce os fatos... Mas eu nunca tenho a disciplina para escrever todo santo dia, aí começo um diário, escrevo um dia, passo dez meses sem escrever, e ele perde todo o sentido!
E como já tinha contado também, uma amiga me mostrou o livro "Uma pergunta por dia" e eu achei a proposta super interessante! Encomendei o meu, que já chegou, e eu comecei a escrever, e hoje vou contar aqui para vocês!
Para começar, o livro é lindo!!! Capa dura, folhas com a lateral dourada e mais ou menos do tamanho de uma caneta esferográfica. O tamanho é perfeito, nem pequeno, nem grande! Fácil de levar dentro da bolsa ou numa mala de viagens, se precisar.

A proposta é responder uma pergunta por dia, e só. Por dentro ele parece uma agenda, com uma folha datada, a pergunta, e cinco espaços para resposta, uma para cada ano. É um diário para 5 anos!
Assim, ó:  

E as perguntas são bem interessantes! Vão variando, das mais simples às bem complexas, que te fazem refletir...
No dia 7 de abril, por exemplo, a pergunta é: Que cores você está vestindo? Simples, não? A resposta vem em segundos!
Já no dia 15 de março a pergunta que não quer calar: Que assunto você não quer discutir? E aí você vai ficar pensando... Eu fiquei...
E qual será a pergunta do dia do seu aniversário? A do meu eu não vi ainda! 
E eu, será que estou conseguindo responder todos os dias? Resposta: Quase todos os dias! Não vou mentir para vocês! Deixo o livro na minha cabeceira, e geralmente respondo antes de dormir. Mas quando esqueço, respondo no dia seguinte a pergunta do dia e a que foi esquecida.
A minha amiga que me mostrou o livro disse que às vezes responde a pergunta do dia e a do dia seguinte, adiantado! Hahahaha! Eu achei engraçado... Fazer um diário adiantado! Mas cada um faz como quiser, essa é a graça! Recomendo muito!
Beijos!

Como é bonito!

Meu primeiro livro de culinária e as primeiras experiências no fogão

Nem lembro quando efetivamente comecei a cozinhar, mas lembro que quando tinha uns 13 anos fazia uma macarronada "espetacular" de molho de tomate pronto com salsichas, para eu e meu pai jantarmos... Sabe que ficava bom? Pelo menos na época eu achava... risos... Minha mãe preferia comer outra coisa, nem lembro...
Mas lembro que minha mãe me deu, quando eu tinha uns dez anos, meu primeiro livrinho de receitas, da Brinque-Book. Ele era todo bonitinho, e veio com umas colheres medidoras fofas! Tenho ele até hoje, depois vou postar uma foto. Sinceramente, lembro de ter lido o livro, mas não sei se cheguei a fazer alguma das receitas... Olhando, até que as receitas são interessantes! Tem uma de frango crocante com Corn Flakes que parece ótima! De repente vou testar, aí posto aqui para vocês.
Outra coisa que eu gostava de fazer, e chamava os amigos para comer, era pão de queijo. Mas fazer a massa mesmo, e não pegar o congelado e colocar para assar... Aliás, quando eu era adolescente acho que nem existia esses pães de queijo congelados... Eu lembro de comer pão de queijo na cantina do colégio, mas era feito lá, com certeza. Até porque cada dia ele estava de um jeito! Hahaha!
Bom, catei num livro de receitas veeeelho que tinha lá em casa (até porque não existia internet como tem hoje, onde tudo se acha no google) uma receita de pipoca de polvilho, que nada mais é do que um pão de queijo sem queijo. Aí coloquei queijo ralado na massa e virou um pão de queijo! Daqueles de assar na forma de empadinha! Muito gostoso!!! 
Não satisfeita, queria reproduzir o pão de queijo do colégio, e procurei uma receita que não fosse de assar em forminhas de empada, queria uma receita de massa mesmo. Achei. Mas quando era adolescente era muito bagunceira, afobada, e não seguia a receita direito. Então cada dia o pão ficava de um jeito. Às vezes duro, às vezes oleoso (eca!!!) e às vezes delicioso! Teve uma vez que ficou tão ruim, duro, gosmento, um pavor, que um amigo jogou tudo pela janela do apartamento, no 7º andar, no telhado da casa da frente! Ainda bem que ninguém morava lá! rsrsrsrsrs
Teve também o primeiro bolo que resolvi fazer. Bolo de Chocolate, para um churrasco da galera do colégio no play do meu prédio. Aí eu já tinha uns 14 anos... Mais uma vez, peguei uma receita e fui! Fui fazendo tudo daquele jeito! Na receita dizia para colocar 100 gramas de manteiga. Peguei Claybom (!?!?!?) e coloquei UMA colher de sopa. UMA!!! Lembro do raciocínio (ou falta de) na época: Pensei: ah, como vou saber quanto são 100 gramas de manteiga... Ninguém deve saber direito... E coloquei uma colher, achando que era mais ou menos isso... Óbvio que o bolo ficou seco, duro, horroroso!
Depois dessa vez entendi que receita é pra ser seguida à risca, para poder dar certo. Só com alguma bagagem  é que dá para mudar uma receita e testar coisas novas... Mesmo assim é sempre um risco. Claro que quando se toma gosto pela cozinha, o desejo é sempre de testar coisas novas, inventar suas próprias receitas, e não ficar só repetindo o que os outros já fizeram... Mas isso vem com o tempo e a experiência!
Ah, quando fizer alguma receita do meu Brinque-book, posto aqui para vocês!
Num próximo post vou falar dos livros de receitas que tenho, dos que mais gosto!
Bom final de semana!





Uma pergunta por dia - Um diário diferente

Olá pessoal! Sempre gostei de escrever, mas nunca fui muito fã de escrever diários... Confesso que, na adolescência, invejava uma amiga que escrevia um diário atrás do outro, de capa a capa... Ela tinha coleções de diários, um mais lindo que o outro, na época todos importados do Paraguai, preenchidos até a última linha... Eu via aquilo e tentava fazer o mesmo, como toda adolescente, que acha que tem que fazer a mesma coisa que os amigos fazem.
Mas nunca consegui. Acho que nunca consegui escrever mais do que sete dias seguidos. Sempre largava no meio, e mil meses depois relia tudo, achava uma besteirada só, jogava tudo fora e começava outro!
E assim foram vários diários pela metade... O último eu comecei quando estava no início da faculdade de Direito, em 1999. Escrevi mais ou menos um mês, aí tive um cachorro que morreu de cinomose, fiquei triste, não queria escrever sobre o assunto e larguei pra lá. Neste ano, 2016, depois de mais de dez anos de formada, um divórcio, um segundo casamento e uma filha recém nascida, no meio de uma mudança de apartamento achei o tal último diário! Li tudo que estava escrito, achei tudo uma porcaria e joguei fora, mais uma vez...
E, por um acaso, esses dias uma amiga do trabalho me falou do livro "Uma pergunta por dia", que nada mais é do que uma proposta de escrever um diário, só que de forma diferente... São 365 perguntas, uma por dia, e espaço para você responder a mesma pergunta, ao longo de cinco anos... No final, serão 1825 respostas! Achei super interessante! Primeiro, porque é só uma pergunta por dia, então você não tem que contar tudo, com detalhes do tipo: Querido Diário, hoje acordei, coloquei uma calça amarela, peguei o ônibus e fui trabalhar... Segundo, porque vai dar para fazer uma comparação dos seus desejos e pensamentos ao longo de cinco anos, sem ter que perder horas escrevendo uma novela todo dia! Achei o máximo!
E, para as mamães com bebê pequeno como eu, acho que vai ser uma experiência muito interessante, um jeito divertido de registrar o quanto mudamos com o crescimento de nossos filhos...
Vou já providenciar o meu! E tentar fazer um diário mais uma vez... 
Depois eu conto para vocês!!! ;)